Buscar

Informe os dados

Preencha e veja a resposta ao lado.

R$
Campo opcional.
R$

Opcional. Valor pago hoje na opção parcelada, fora das parcelas.

R$
%

Quanto o dinheiro renderia se ficasse aplicado durante o parcelamento.

Seu resultado

A resposta da conta

Seu resultado aparecerá aqui

Como funciona e como interpretar

O critério correto não é o menor total

Quando o parcelamento é realmente sem juros, o total pago é igual ao preço à vista. Ainda assim, parcelar pode ser melhor, porque o dinheiro que fica no seu bolso rende enquanto as parcelas correm.

Quando existe desconto à vista, o critério se inverte: é preciso comparar o desconto com o rendimento que você obteria mantendo o dinheiro aplicado.

A conta certa traz as parcelas para valores de hoje usando o seu rendimento como taxa de desconto, e compara com o preço à vista.

O papel do rendimento

Quanto maior o rendimento do seu dinheiro, mais vantajoso parcelar. Quanto menor, mais o desconto à vista pesa.

Se você não tem reserva aplicada e o dinheiro ficaria parado na conta corrente, use rendimento zero. Nesse caso o critério vira simplesmente o menor total pago.

Se você tem reserva rendendo próximo do CDI, use essa taxa mensal.

Como a calculadora compara na mesma data

A ferramenta traz as parcelas para o valor de hoje usando a taxa que o seu dinheiro renderia se ficasse aplicado, e compara esse valor presente com o preço à vista. Entrada e parcela antecipada, paga no ato, entram sem desconto, porque saem do bolso hoje. O resultado diz qual opção custa menos em valor de hoje e por quanto.

Um exemplo com números redondos: à vista, 1.000; ou dez parcelas de 110, a primeira daqui a um mês, com o dinheiro rendendo 1 % ao mês. O total nominal é 1.100, mas o valor presente das dez parcelas é 1.041,84. Parcelar custa 41,84 a mais em valor de hoje: à vista é melhor. Se o rendimento fosse de 2 % ao mês, o valor presente cairia para 988,08, e parcelar passaria a compensar. A resposta muda com a taxa, e é por isso que ela é o campo mais importante.

O que a conta não mede

Comprometimento futuro. Parcelas ocupam espaço no orçamento dos próximos meses e limitam a capacidade de reagir a imprevistos.

Acúmulo de parcelamentos. Cada compra parcelada isoladamente parece pequena. Somadas, elas travam o orçamento.

Disciplina. A vantagem de parcelar só existe se o dinheiro realmente ficar aplicado. Se ele for gasto, o resultado é o pior dos dois mundos.

Limite do cartão. Parcelamento consome limite, que pode fazer falta numa emergência.

A matemática favorece parcelar em muitos casos. O comportamento é que decide se a vantagem se concretiza.