Dinheiro e crédito · Calculadora
Calculadora de meta financeira
Quanto aportar por mês, quanto tempo vai levar ou quanto você terá no fim. Escolha qual das três perguntas quer responder e a calculadora resolve as outras duas.
- Revisado em 10/09/2026
- Fórmula à vista
Seu resultado
A resposta da conta
Seu resultado aparecerá aqui
Como chegamos neste resultado
A fórmula
saldo final = inicial × (1 + i)^n + aporte × ((1 + i)^n − 1) ÷ i
Passo a passo da conta
- O valor inicial é capitalizado pela taxa informada durante todos os meses.
- Os aportes formam uma série uniforme, capitalizada pelo mesmo período.
- Quando o que se busca é o aporte ou o prazo, a mesma fórmula é resolvida para a variável que falta.
O que a conta assume
- Aporte constante, feito ao fim de cada mês.
- Taxa constante durante todo o período, sem tributos nem taxas de administração.
Dados utilizados nesta conta
Cálculo determinístico sobre os valores informados. Nenhum dado externo é consultado.
O que considerar antes de decidir
Como funciona e como interpretar
Três perguntas, uma mesma fórmula
A relação entre aporte mensal, prazo, taxa e valor final é uma única equação. Fixando três dessas grandezas, a quarta fica determinada.
A calculadora trabalha nos três modos mais úteis.
Descobrir o aporte. Você sabe quanto quer e para quando. Ela devolve quanto guardar por mês.
Descobrir o prazo. Você sabe quanto quer e quanto consegue guardar. Ela devolve em quantos meses chega lá.
Descobrir o valor final. Você sabe o aporte e o prazo. Ela devolve quanto terá acumulado.
Em todos, é possível informar um valor que você já tem, e ele passa a render junto.
A taxa é sua, e é uma premissa
Não há taxa pré-preenchida. Você informa a rentabilidade mensal que está assumindo, e o resultado é tão bom quanto essa premissa.
Isso é deliberado. Publicar uma taxa como se fosse “a taxa de mercado” seria inventar um dado que muda toda semana e que nenhuma fonte oficial chancela para esse uso.
Se não fizer ideia de qual usar, faça a conta duas vezes, com uma taxa conservadora e com uma otimista, e observe a distância entre os dois resultados. Essa distância é a incerteza do plano, e conhecê-la vale mais do que um número único com falsa precisão.
Por que o resultado sem juros também aparece
O resultado traz, ao lado, o valor que seria necessário se não houvesse rendimento nenhum.
A comparação entre os dois números mostra quanto do trabalho é feito pelo aporte e quanto é feito pelo tempo. Em metas curtas, quase tudo vem do aporte. Em metas longas, os juros passam a carregar uma parte significativa.
Metas longas precisam ser corrigidas
Uma meta definida em valor de hoje perde poder de compra até a data de resgate. Guardar para ter cem mil daqui a quinze anos não é a mesma coisa que ter cem mil hoje.
Passe o valor pela calculadora de poder de compra e use o valor corrigido como meta. É a diferença entre um plano que funciona e um plano que chega curto.
Antes de começar
Reserva de emergência primeiro. Meta interrompida por imprevisto costuma virar resgate no pior momento, e o custo disso supera qualquer rendimento. Defina o tamanho dela na calculadora de reserva.
E confira se o aporte cabe no mês pela divisão do orçamento. Meta que não cabe não é meta, é frustração agendada.
Esta conta faz parte de: Montar a reserva Atingir uma meta