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Cálculo · Aporte constante, feito ao fim de cada mês.

Como chegamos neste resultado

A fórmula

saldo final = inicial × (1 + i)^n + aporte × ((1 + i)^n − 1) ÷ i

Passo a passo da conta

  1. O valor inicial é capitalizado pela taxa informada durante todos os meses.
  2. Os aportes formam uma série uniforme, capitalizada pelo mesmo período.
  3. Quando o que se busca é o aporte ou o prazo, a mesma fórmula é resolvida para a variável que falta.

O que a conta assume

  • Aporte constante, feito ao fim de cada mês.
  • Taxa constante durante todo o período, sem tributos nem taxas de administração.
Dados utilizados nesta conta
  • Cálculo determinístico sobre os valores informados. Nenhum dado externo é consultado.

    Calculadora DFreferência consultada

Como funciona e como interpretar

Três perguntas, uma mesma fórmula

A relação entre aporte mensal, prazo, taxa e valor final é uma única equação. Fixando três dessas grandezas, a quarta fica determinada.

A calculadora trabalha nos três modos mais úteis.

Descobrir o aporte. Você sabe quanto quer e para quando. Ela devolve quanto guardar por mês.

Descobrir o prazo. Você sabe quanto quer e quanto consegue guardar. Ela devolve em quantos meses chega lá.

Descobrir o valor final. Você sabe o aporte e o prazo. Ela devolve quanto terá acumulado.

Em todos, é possível informar um valor que você já tem, e ele passa a render junto.

A taxa é sua, e é uma premissa

Não há taxa pré-preenchida. Você informa a rentabilidade mensal que está assumindo, e o resultado é tão bom quanto essa premissa.

Isso é deliberado. Publicar uma taxa como se fosse “a taxa de mercado” seria inventar um dado que muda toda semana e que nenhuma fonte oficial chancela para esse uso.

Se não fizer ideia de qual usar, faça a conta duas vezes, com uma taxa conservadora e com uma otimista, e observe a distância entre os dois resultados. Essa distância é a incerteza do plano, e conhecê-la vale mais do que um número único com falsa precisão.

Por que o resultado sem juros também aparece

O resultado traz, ao lado, o valor que seria necessário se não houvesse rendimento nenhum.

A comparação entre os dois números mostra quanto do trabalho é feito pelo aporte e quanto é feito pelo tempo. Em metas curtas, quase tudo vem do aporte. Em metas longas, os juros passam a carregar uma parte significativa.

Metas longas precisam ser corrigidas

Uma meta definida em valor de hoje perde poder de compra até a data de resgate. Guardar para ter cem mil daqui a quinze anos não é a mesma coisa que ter cem mil hoje.

Passe o valor pela calculadora de poder de compra e use o valor corrigido como meta. É a diferença entre um plano que funciona e um plano que chega curto.

Antes de começar

Reserva de emergência primeiro. Meta interrompida por imprevisto costuma virar resgate no pior momento, e o custo disso supera qualquer rendimento. Defina o tamanho dela na calculadora de reserva.

E confira se o aporte cabe no mês pela divisão do orçamento. Meta que não cabe não é meta, é frustração agendada.

Esta conta faz parte de: Montar a reserva Atingir uma meta