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Como preencher esta calculadora?
  1. Escolha o anexo e informe a receita bruta dos últimos 12 meses (RBT12).
  2. Informe a receita do mês que você quer tributar.
  3. Se a atividade usar Fator R, preencha a folha dos 12 meses quando a ferramenta pedir.
  4. Calcule e leia a alíquota efetiva e o DAS estimado na memória de cálculo.

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Regras desde 01/01/2026Fonte verificada em 11/09/2026Fontes: Presidência da RepúblicaComo calculamos

Campo opcional.
R$

Some os doze meses anteriores ao mês que você vai apurar.

Receita bruta de cada mês anterior, do mais antigo ao mais recenteCampo opcional.

Sem contar o mês que você vai apurar. Com menos de doze meses, a calculadora proporcionaliza pela regra da empresa em início de atividade; com doze ou mais, usa os últimos doze.

  1. Mês 1

  2. Mês 2

  3. Mês 3

Campo opcional.
R$

Obrigatória no primeiro mês de atividade. Nos demais casos, serve para calcular o DAS do mês.

Serviços listados na LC 123, art. 18, §§ 5º-J e 5º-M, são tributados no Anexo III quando a folha com encargos é igual ou superior a 28 % da receita, e no Anexo V quando fica abaixo. Confirme com a contabilidade se a sua atividade está nessa lista.

Campo opcional.
R$

Salários, pró-labore, contribuição patronal recolhida e FGTS dos mesmos meses considerados na receita (LC 123, art. 18, § 24). Em início de atividade, informe a folha dos mesmos meses informados acima.

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Cálculo · Uma única atividade e um único anexo; sem sublimite estadual de ICMS/ISS, sem retenções na fonte, sem receitas com substituição tributária ou exportação, que alteram a partilha.

Como chegamos neste resultado

A fórmula

alíquota efetiva = (RBT12 × alíquota nominal − parcela a deduzir) ÷ RBT12; DAS = receita do mês × alíquota efetiva; Fator R = folha com encargos ÷ receita bruta do mesmo período

Passo a passo da conta

  1. A RBT12 é a receita bruta acumulada dos doze meses anteriores ao mês apurado. Empresa com menos de doze meses usa a média dos meses anteriores × 12; no primeiro mês, a receita do próprio mês × 12.
  2. A faixa é a da RBT12, não a do mês. A alíquota nominal e a parcela a deduzir são as do anexo, na redação da LC 155/2016, vigente desde 2018.
  3. Atividade sujeita ao Fator R vai para o Anexo III quando folha ÷ receita ≥ 28 %, e para o Anexo V quando fica abaixo. A folha inclui salários, pró-labore, patronal recolhida e FGTS.
  4. O DAS do mês aplica a alíquota efetiva sobre a receita do mês.

O que a conta assume

  • Uma única atividade e um único anexo; sem sublimite estadual de ICMS/ISS, sem retenções na fonte, sem receitas com substituição tributária ou exportação, que alteram a partilha.
  • A calculadora não decide se a sua atividade está sujeita ao Fator R: isso depende do enquadramento da atividade, que você confirma com a contabilidade.
Dados utilizados nesta conta
Base desta conta e vigência
Regra aplicada
alíquota efetiva = (RBT12 × alíquota nominal − parcela a deduzir) ÷ RBT12; DAS = receita do mês × alíquota efetiva; Fator R = folha com encargos ÷ receita bruta do mesmo período
Vigência
desde 01/01/2026
Conferido na fonte
em 12/09/2026
Fonte principal
e mais 1 norma listada em "Dados utilizados nesta conta"
Conferência do cálculo
O motor desta página é testado a cada publicação contra 12 casos de referência montados a partir da norma. Se um deles falhar, o pacote de publicação não é gerado.

Abrangência. Esta conta segue a legislação e as regras do Brasil em vigor. Fora do Brasil ela não se aplica, e regras estaduais ou municipais podem alterar o resultado conforme o lugar.

Como funciona e como interpretar

A fórmula que quase ninguém aplica direito

O erro mais comum é olhar a tabela, achar a faixa em que a empresa está e aplicar aquele percentual sobre o faturamento do mês. Não é assim que funciona.

A alíquota efetiva sai de uma fórmula: multiplique a receita bruta acumulada dos últimos doze meses pela alíquota nominal da faixa, subtraia a parcela a deduzir daquela faixa e divida o resultado pela mesma receita acumulada.

O efeito é uma progressividade suave. Ao cruzar o limite de uma faixa, a empresa não passa a pagar o percentual maior sobre tudo: apenas a parte que excedeu é tributada mais pesado, e a alíquota efetiva sobe alguns décimos, não vários pontos.

Receita acumulada é a variável central

O denominador da conta é a receita bruta dos doze meses anteriores ao mês de apuração, a chamada RBT12. Ela é móvel: a cada mês entra o mais recente e sai o mais antigo.

Isso significa que a alíquota do mês depende do passado, não do presente. Um mês fraco em uma empresa que vinha faturando bem ainda será tributado pela alíquota alta que a receita acumulada determina.

Para empresas com menos de doze meses de atividade, a legislação manda proporcionalizar a receita já obtida para estimar o equivalente anual, de modo que a empresa nova não caia artificialmente na faixa mais baixa. A regra está na Resolução CGSN nº 140/2018, art. 21: no primeiro mês de atividade, a RBT12 é a receita do próprio mês multiplicada por doze; nos onze meses seguintes, é a média das receitas dos meses anteriores multiplicada por doze. A calculadora faz essa conta: escolha “receita mês a mês” ou “primeiro mês de atividade” e informe o que você tem, sem precisar anualizar antes.

O anexo muda tudo

Existem anexos distintos conforme o tipo de atividade, e a diferença entre eles é grande. Comércio, indústria e os diferentes grupos de serviços têm tabelas próprias, com alíquotas nominais e parcelas a deduzir diferentes.

Parte das atividades de serviço não tem anexo fixo: o enquadramento entre dois anexos depende do Fator R, a relação entre a folha de pagamento dos últimos doze meses e a receita do mesmo período. Quando a folha com encargos é igual ou superior a 28 % da receita, a atividade é tributada no Anexo III; abaixo disso, no Anexo V (LC 123, art. 18, §§ 5º-J e 5º-M). Se a sua atividade estiver nessa lista, responda “sim” à pergunta sobre o Fator R e informe a folha: a calculadora calcula a razão e aplica o anexo correspondente. Ela não decide se a atividade está sujeita ao Fator R, porque isso depende do enquadramento que a contabilidade confirma.

Cada anexo também reparte o valor recolhido entre os tributos que o compõem, e essa divisão importa para o cliente que precisa de crédito de ICMS e para o cálculo de retenções de ISS pelo tomador do serviço.

Tabelas usadas nesta calculadora

A calculadora usa as alíquotas nominais e as parcelas a deduzir dos anexos I a V da Lei Complementar nº 123/2006, na redação da Lei Complementar nº 155/2016, vigentes desde 2018 e lidas no texto compilado em 11 de setembro de 2026, e a regra de proporcionalização da RBT12 da Resolução CGSN nº 140/2018, art. 21, lida em 12 de setembro de 2026. As tabelas completas, com as seis faixas de cada anexo, estão na página dos anexos do Simples Nacional. Ela não aplica sublimite estadual, retenções na fonte nem receitas com substituição tributária; confirme o anexo da sua atividade e a sujeição ao Fator R com a contabilidade antes de projetar o ano.

Conteúdo revisado em 15/09/2026.

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