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Fontes: Banco Central do Brasil

Consulte a cotação de referência no Banco Central e informe aqui.

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A cotação praticada por casas de câmbio e cartões é maior que a de referência.

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Cálculo com referência em Banco Central do Brasil

Dados utilizados nesta conta

Abrangência. Esta conta segue a legislação e as regras do Brasil em vigor. Fora do Brasil ela não se aplica, e regras estaduais ou municipais podem alterar o resultado conforme o lugar.

Como funciona e como interpretar

Cotação de referência e cotação praticada

O Banco Central divulga cotações de referência que servem de parâmetro para o mercado. Elas não são o preço ao consumidor.

Quem vende moeda aplica um spread sobre essa referência. A diferença entre a cotação de referência e a praticada costuma ser relevante e varia bastante entre instituições.

Comparar propostas pela cotação anunciada, sem considerar tarifas, leva à escolha errada.

Onde o custo se esconde

Spread. É a diferença entre a cotação de referência e a praticada. É o principal custo e nem sempre é informado separadamente.

IOF. Tem alíquotas diferentes conforme a finalidade da operação e o meio de pagamento. Compra em espécie, cartão pré-pago e cartão de crédito têm tratamentos distintos.

Tarifa de remessa. Em transferências internacionais, além do spread há tarifa fixa, que pesa mais em valores pequenos.

Cotação do dia da fatura. Em cartão de crédito internacional, a conversão usa a cotação de um dia específico do ciclo, que pode ser diferente da do dia da compra.

Comparação justa

Peça sempre o valor final em reais, com tudo incluído, para o mesmo montante em moeda estrangeira.

Esse é o único número comparável entre instituições. Cotação isolada não permite comparação.

Para viagem

Levar tudo em espécie tem risco de perda e roubo. Levar tudo em cartão deixa você exposto à cotação e às tarifas do momento.

A prática comum é dividir entre espécie para pequenos gastos, cartão pré-pago com cotação travada e cartão de crédito como reserva.

A calculadora não busca cotações. Informe o valor obtido na fonte no momento da operação.

Compra, venda e o que você realmente paga

Casas de câmbio e bancos praticam dois preços para a mesma moeda: um para quem compra e outro para quem vende. Você sempre fica do lado pior dos dois.

A diferença entre eles é o spread, e ela é um custo real da operação, mesmo quando o anúncio diz “sem taxas”. Para medir, compare o preço de compra e o de venda na mesma tela, no mesmo instante, e divida a diferença pelo preço médio.

Um spread de três por cento em uma troca de mil dólares custa mais do que muitas tarifas explícitas.

Onde encontrar a cotação de referência

O Banco Central publica as taxas de câmbio de referência do real, com data e hora de apuração. Essa é a cotação a usar como parâmetro de comparação, e é a fonte citada nesta página.

Ela não é o preço que você vai pagar. Nenhuma instituição é obrigada a praticá-la, e o valor da ponta ao consumidor inclui spread, tarifas e tributos.

Serve, isso sim, para medir o quanto a proposta que você recebeu se afasta da referência. É a única forma de comparar duas ofertas de casas diferentes em uma base comum.

Antes de fechar a operação

Peça o valor final em reais, e não a cotação. É o número que permite comparar propostas sem discussão sobre qual taxa foi usada.

Confirme separadamente o que incide sobre a operação: tarifa de serviço, tributos e eventual custo de entrega ou de emissão de cartão. A calculadora de IOF trata da parcela tributária.

Fontes oficiais

Conteúdo revisado em 10/09/2026.

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