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Como calculamos

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IPTU, condomínio e manutenção, como percentual do valor do imóvel. Entram no fluxo mensal da compra.

meses

O prazo do contrato, não o horizonte da comparação. O padrão visível é 360 meses.

Campo opcional.
Campo opcional.
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ITBI, escritura, registro, avaliação e outros custos do comprador. A calculadora não inventa um percentual nacional.

Campo opcional.
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Use só o percentual que valer para o seu município e o seu contrato.

Campo opcional.
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Só o que você realmente vai pagar no início: intermediação, seguro-fiança ou caução, se houver. Nada é presumido.

Campo opcional.
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Deixe 0 para aluguel constante. Não inventamos índice: use o do seu contrato, se quiser projetar.

Por que um lado venceu

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Comparação · Sem IR sobre a aplicação.

Como chegamos neste resultado

A fórmula

patrimônio ao comprar = imóvel valorizado − saldo devedor − custos iniciais + sobra mensal capitalizada; patrimônio ao alugar = (entrada − custos iniciais da locação + sobra mensal capitalizada) ao rendimento informado; diferença = comprar − alugar

Passo a passo da conta

  1. A prestação é PRICE sobre o valor financiado, no prazo do contrato informado; o saldo devedor é apurado ao fim do horizonte.
  2. O custo mensal de comprar é prestação + (custos anuais de propriedade ÷ 12). O custo mensal de alugar é o aluguel do mês, reajustado só se você informou o percentual.
  3. Se comprar custa mais no mês, a diferença é investida no cenário aluguel. Se alugar custa mais, a diferença é investida no cenário compra. Os dois lados recebem o mesmo tratamento.
  4. Vence o cenário com maior patrimônio líquido ao fim do horizonte. Não existe decisão universal.

O que a conta assume

  • Sem IR sobre a aplicação. Premissas informadas por você, não previsões do site. Reajuste do aluguel só entra se você informar.

Abrangência. Esta conta segue a legislação e as regras do Brasil em vigor. Fora do Brasil ela não se aplica, e regras estaduais ou municipais podem alterar o resultado conforme o lugar.

Comprar x alugar: lado a lado

Atualizado em 12/09/2026.

Dados conferidos em 09/09/2026.

  • Melhor para ComprarQuem vai permanecer no imóvel e já tem entrada sem esgotar a reserva.
  • Melhor para AlugarQuem precisa de mobilidade ou cujo capital de entrada rende mais investido.

Método

Critério
Comprar
Alugar
O que a conta compara
Patrimônio no fim do prazo, já descontados juros e custos
Aluguel pago + rendimento do capital que seria entrada

Fluxo

Critério
Comprar
Alugar
Saída inicial
Entrada, ITBI, escritura e registro
Caução ou outra garantia locatícia

Custo

Critério
Comprar
Alugar
Custo que não vira patrimônio
Juros, seguro, ITBI e parte da manutenção
Aluguel e reajuste do contrato

Uso

Critério
Comprar
Alugar
Flexibilidade para mudar
Vender ou alugar o próprio imóvel
Mudar ao fim do contrato
Horizonte que pesa
Prazo longo costuma favorecer o patrimônio
Prazo curto reduz o custo de entrar e sair

Qual faz mais sentido para você?

Marque o que importa. A resposta usa só os pesos declarados acima, sem nota inventada.

Prioridades

Melhor para ficar e construir patrimônio

ComprarFaz sentido quando o horizonte é longo o bastante para a amortização superar os custos que não voltam.

Melhor para flexibilidade e capital aplicado

AlugarFaz sentido quando a entrada renderia e a vida ainda pode mudar de cidade ou de tamanho.

Limitações

  • Comprar. Valorização do imóvel não é garantida. ITBI, registro e manutenção entram na conta e não voltam.
  • Alugar. Reajuste e mudança de contrato dependem da lei local e do que estiver assinado. Esta página não presume aluguel de mercado.

Conclusão

Comprar tende a fazer sentido quando você permanece no imóvel o tempo suficiente para o patrimônio superar os custos que não voltam. Alugar tende a fazer sentido quando a entrada renderia mais investida e você precisa de flexibilidade. A calculadora desta página compara os dois cenários com os seus números.

Metodologia

A comparação coloca lado a lado o patrimônio no mesmo horizonte. Sem preço de metro, sem taxa de financiamento e sem aluguel inventados: esses campos são informados por você.

Fontes deste comparativo

  • Comparação de patrimônio final no mesmo horizonte, com valores informados pelo usuário

    Calculadora DFreferência consultada

Como funciona e como interpretar

O erro que distorce a conta

Comparar a prestação do financiamento com o valor do aluguel sugere que comprar é melhor sempre que a parcela é próxima.

Mas parte da parcela amortiza a dívida e vira patrimônio, enquanto outra parte é juro e seguro, que não voltam. E quem aluga mantém investido o dinheiro que teria virado entrada, e esse capital rende.

A comparação correta coloca lado a lado o patrimônio final de cada cenário, no mesmo horizonte de tempo.

O que entra em cada lado

Comprar Alugar
Entrada Capital investido no lugar da entrada
Juros do financiamento Aluguel mensal
Imposto de transmissão, escritura e registro Custo da garantia locatícia
IPTU e seguro do imóvel Reajuste anual pelo índice do contrato
Condomínio, incluindo despesas extraordinárias Condomínio, apenas despesas ordinárias
Manutenção estrutural Mudanças eventuais
Valorização ou desvalorização do imóvel Rendimento líquido dos investimentos

Os custos de aquisição merecem destaque. Imposto de transmissão, escritura e registro somam um percentual relevante do valor do imóvel, são pagos uma única vez e não se recuperam. Comprar para vender em poucos anos raramente compensa por causa deles.

As variáveis que decidem

Horizonte de permanência. Este é o fator dominante. Quanto mais tempo no imóvel, mais os custos de aquisição se diluem e mais a amortização avança. Períodos curtos favorecem o aluguel.

Taxa de juros do financiamento contra rendimento do investimento. Quando o juro do crédito é bem maior que o rendimento líquido disponível, comprar tende a ganhar. Quando os dois se aproximam, alugar e investir a diferença fica competitivo.

Relação entre aluguel e preço do imóvel. Aluguel baixo em relação ao valor do bem favorece alugar. Aluguel alto favorece comprar.

Comportamento do preço dos imóveis. É a variável mais incerta. Projetar valorização alta para justificar a compra é onde a maioria das simulações se engana.

O que a planilha não mede

Estabilidade. Contrato de aluguel termina, o proprietário pode pedir o imóvel, e mudar tem custo financeiro e desgaste.

Liberdade de reformar e adaptar o imóvel ao próprio uso.

Mobilidade. Quem pode mudar de cidade ou de emprego perde flexibilidade ao comprar, e vender leva meses.

Concentração de patrimônio. Um imóvel financiado costuma absorver a maior parte do patrimônio de uma família, num único ativo, ilíquido e numa única região.

Como usar a comparação

Rode o cenário com o prazo que você realmente pretende ficar, não com o prazo do financiamento.

Use o rendimento líquido do investimento, já descontado imposto, e não a taxa bruta.

Teste a compra com valorização zero do imóvel. Se ela continuar fazendo sentido, a decisão é sólida. Se só funciona com valorização alta, você está apostando, não calculando.

Como esta calculadora trata os dois lados

Os fluxos são equivalentes. Se a compra custa mais no mês (prestação + custos de propriedade), a diferença é investida no cenário aluguel. Se o aluguel custa mais, a mesma diferença é investida no cenário compra. Nenhum lado fica com a sobra de caixa escondida.

Hipóteses visíveis no resultado: prazo do contrato, horizonte da comparação, custos iniciais informados, reajuste do aluguel só se você preencher, e rendimento da aplicação. Sem IR automático sobre o investimento. Sem decisão universal: o veredito vale para as premissas digitadas.

Fontes e referências
  • Comparação de patrimônio final no mesmo horizonte, com valores informados pelo usuário

    Calculadora DFreferência consultada

Conteúdo revisado em 14/09/2026.

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Revisão editorial imobiliária por Daniel Ferreira, corretor e avaliador de imóveis no Distrito Federal. Quem responde pelo conteúdo

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