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Líquido, ou seja, já descontados imposto e taxas.

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Comparação · As duas taxas permanecem constantes durante o prazo.

Como chegamos neste resultado

A fórmula

juros evitados = valor × ((1 + custo)^meses − 1); rendimento = valor × ((1 + retorno)^meses − 1)

Passo a passo da conta

  1. O custo da dívida é composto pelo prazo informado, resultando nos juros que deixariam de correr.
  2. O retorno esperado é composto pelo mesmo prazo, resultando no rendimento projetado.
  3. A diferença entre os dois é a vantagem matemática de um caminho sobre o outro.

O que a conta assume

  • As duas taxas permanecem constantes durante o prazo.
  • O retorno informado já é líquido de imposto e taxas.
  • A dívida permite quitação antecipada sem multa.
Dados utilizados nesta conta
  • Cálculo determinístico sobre os valores informados. Nenhum dado externo é consultado.

    Calculadora DFreferência consultada

A comparação é matemática. A decisão depende de reserva de emergência, estabilidade de renda e do risco do investimento considerado.

Como funciona e como interpretar

Como a comparação é montada

De um lado, os juros que deixam de ser cobrados se você abater a dívida agora.

Do outro, o rendimento líquido que o mesmo valor produziria no mesmo prazo, já descontado o imposto quando houver.

A calculadora devolve os dois valores em reais e a diferença entre eles. Não é uma questão de opinião: em juros e prazos iguais, a conta tem uma resposta.

Por que a dívida quase sempre vence

Juros de dívida ao consumidor no Brasil, especialmente rotativo de cartão e cheque especial, ficam em patamares muito acima do que qualquer aplicação de baixo risco entrega.

Some a isso duas vantagens estruturais da quitação.

O retorno é certo. Não pagar juros de dois por cento ao mês é um ganho garantido de dois por cento ao mês. Aplicação nenhuma oferece retorno garantido nesse nível.

O ganho não é tributado. O rendimento da aplicação paga imposto de renda; o juro que você deixa de pagar não paga nada. Comparar taxa bruta de aplicação com taxa de dívida subestima a vantagem da quitação.

Quando aplicar pode fazer mais sentido

Quando a dívida é barata de verdade. Financiamento imobiliário antigo, consignado com taxa baixa ou saldo com juros subsidiados podem render menos do que uma aplicação segura.

Quando você ainda não tem reserva de emergência. Quitar tudo e ficar sem colchão costuma levar de volta ao crédito caro no primeiro imprevisto, com juros piores. Nesse caso, a ordem é montar a reserva primeiro e quitar em seguida.

Quando quitar destrói uma garantia ou um benefício contratual. Existem contratos com condições que se perdem na liquidação antecipada. Leia antes.

Detalhes contratuais que mudam a conta

Na quitação antecipada de financiamento com parcelas, você tem direito à redução proporcional dos juros ainda não incorridos. Amortizar quinze mil não abate quinze mil da soma das parcelas: abate do saldo devedor, e o efeito sobre o total pago é maior do que parece.

Confirme com a instituição se a amortização reduzirá o prazo ou o valor da parcela. As duas opções produzem economias diferentes, e a calculadora de amortização compara as duas.

Depois de decidir

Se a escolha for quitar mais de uma dívida, a ordem importa. A calculadora de quitação compara pagar primeiro a de maior taxa ou a de menor saldo.

E refaça o comprometimento de renda depois, para ver quanto de fôlego mensal a operação devolveu.

Esta conta faz parte de: Sair das dívidas